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Festerê no meio da semana.

Então esta semana tive uma desculpa ótima para tirar um dia de folga do trabalho: celebrar o niver do maridio. Foi assim...

Na quarta-feira, levantamos cedinho e fomos tomar o café da manhã numa livraria (ou melhor, no coffee shop da livraria). É uma pena que os donos do coffee shop nunca estão preparados para oferecer um pãozinho com geléia tão cedo, mas na falta de pão tivemos que optar por um pão de banana que apesar de ter um milhão de calorias, estava até muito gostoso.

Com a pança devidamente entupida, atravessamos a rua e fomos ao cinema assistir The Girl with the Dragon Tattoo. Recomendo, apesar de umas cenas serem muito violentas. O outro título dele, Men Who Hate Women (Homens que odeiam mulheres), é muito mais cabível que o primeiro, então já dá para ter uma idéia que não é nada ameno.

Do cinema fomos caminhando até Kings Cross que apesar da fama de ser um bairro cheio de bordéis, prostitutas, drogas e drogados (e não é só fama não, é assim mesmo), tem bons restaurantes, cafés, barzinhos. É um lugar bem pitoresco, e tomando as devidas precauções, pode-se dizer que é um lugar até atraente. Comemos uma pizza muito gostosa (coisa raríssima nesta cidade enorme é encontrar pizza gostosa) e continuamos nossa caminhada de volta à casa, mas tivemos que dar uma paradinha rápida numa confeitaria para comprar um micro bolinho de aniversário.


Já em casa, nada mais importante que fazer um cafezinho e saborear o bolo de chocolate fazendo hora para o jantar no nosso restaurante predileto (Corner 75). Não tivemos que fazer muita hora não, pois aqui se a gente não jantar às 7:30 da noite ficamos sem comer, pois os restaurantes fecham cedo, tipo 10 da noite (e pensar que esta era a hora que eu começava a me arrumar para sair no Brasil).


Desta vez, dispensamos a sobremesa (crepe de creme de nozes com calda de chocolate), pois realmente seria muito, mas muito mesmo para as nossas barriguinhas. Nos contentamos com o langosh (coisa assim bem leve, um pão de batata frito) e o prato principal regados a um vinho húngaro espumante.


Claro que a vontade era ter voltado rolando para casa, pois o esforço de dar um passo foi o mesmo que correr uma maratona, mas vencido este obstáculo chegamos em casa onde a festinha continuou via skype com direito a bolo virtual e apagar de velinhas (a esta altura, eu já estava mortinha na cama).



Parabéns Mellão!

Generation Gap

Eu: Encontrei Proteína Texturizada de Soja na lojinha de produtos naturais aqui do bairro.
Ele: Ah, a Tete (mãe dele) comprava. Eram umas coisinhas assim do tamanho de drops dulcora.
Eu: Drops o que?
Ele: DULCORA.

Ele: Isto não é um generation gap, é um abismo!

Nunca ouvi falar deste drops. Sou da época de bala soft, dadinho, chicletes adams, mentex, bala 7 belo...

Atualizando:
  • E o Augusto mencionou as balas Kleps (ou balinha de metro que vinham em tirinhas) - Que delícia! 
  • E para os paranaenses, ou os que desceram a serra para o litoral paranaense, balinha de banana Antonina! Para mim, são as melhores!
  • E o que dizer do sugus e supra-sumo!
  • E o chocolate Lollo
  • Chicletes Ploc e Buballo
  • Refrigetante Wimi, chocomilk e gasosa Cini
Augusto, revival vintage no setor doçura, já!!!

Açaí

Eu não gosto de açaí, mas tem uma pessoa aqui em casa que tem orgasmos ao comer o dito cujo. Comprei dois potinhos achando que iria durar pelo menos até amanhã? Yeah, já acabaram.

Comentários pós orgasmicos: ''bom este sorvetinho, ótimo este sorvetinho!''

E lá no Brasil, a irmã mais nova também é apaixonada por açaí. Sei lá, sou mais a fim de frutas ácidas (um abacaxi docinho, amarelinho e gelado - yummy!!!).

Implicâncias de vida a dois

Desde que mudamos para Sydney e começamos a viver sob o mesmo teto, sou perseguida pelo fantasma do papel-higiênico, ou melhor, ele passou a existir porque nunca conseguimos chegar a um comum acordo de como colocar o dito cujo no suporte.

Na minha casa, nunca ouve regras de como colocá-lo. Acho que na hora do apuro, quem é que pensa em verificar se ele foi colocado de maneira correta ou não. Sei lá, um dos detalhes que nunca me passou pela cabeça.

Mas, o destino prega peças na gente e aposto que foi o fantasminha do papel-higiênico que me fez encontrar o maridão. Ele, o maridão, está sempre procurando maneiras de facilitar a vida, questiona tudo, implica (no meu modo de ver) com um monte de coisinhas, uma delas a maneira correta de se colocar o papel-higiênico no suporte. E como agora alguém escreveu um livro provando que o maridão está certo, vou ter que ficar caladinha. Se isto me fará colocar de maneira correta, só o tempo dirá...

E eu que andava pensando em comprar um porta-revistas para o banheiro, deparei-me com este gadget aí ao lado, o icarta ipod toilet paper holder. Este, nem pensar, nem que escrevam livros, que o governo baixe um decreto. Aqui em casa não vai dar certo, pois para quem leu este post sabe que tenho um probema sério de coordenação. Já pensou ter que fazer uma playlist somente para aquelas horas?

PS - notaram que até neste gadget o papel-higiênico é colocado de forma "correta"?

Bem, estou é matando tempo, pois apesar de ser sábado, terei que trabalhar e terminar uns relatórios super chatos para segunda-feira.

Beijocas.

Maridão e suas artes...








Feliz Natal para todos!

(clique na imagem para ampliar)

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