Primeiro filme de 2007

O papai noel nos trouxe vários filmes do diretor Louis Malle. Ontem resolvemos assistir Black Moon. Confesso que terei que assisti-lo novamente, mas desta vez com livros do Freud e Jung ao meu lado (provavelmente os de Jung, pois o filme é um sonho só). Muito surreal para o meu gosto (até mesmo os filmes do Buñel são mais fáceis de se entender), mas altamente criativo. Quem assistiu e não entendeu, não está só no mundo. Para entendê-lo somente assistindo mais de uma vez, e é o que pretendo fazer um dia desses.

Dizem que tem muito a ver com Alice no País das Maravilhas, mas como não li o livro e tampouco assisti aos vários filmes baseado nesta obra (nem mesmo a versão Disney), e só conheço a história por cima, não posso afirmar. Só posso dizer que o filme está cheio de simbolismo e antropomorfismo do começo ao fim.

O som é uma droga, dublagem muito mal feita. Talvez existam cópias melhores em dvd, mas esta que temos está uma verdadeira m@#%!, com o perdão da expressão.

Porém, não se assustem, Louis Malle dirigiu outros filmes mais inteligíveis ao olho nu. Outro dia, por exemplo, assistimos Ascenseur pour l'échafaud (Elevator to the Scaffold), o qual eu amei, preto e branco, suspense, Paris...

Ainda temos estes filmes dele para re-assistir: Milou en Mai e Damage .

Beijocas.

2 comentários:

polly disse...

Ei Edelize!! Nao conheco estes filmes nem diretores. Eu gosto muito de filme de arte, filmes alternativos, porem, se o filme for muito alem da minha compreensao fica cansativo, dai eu nao gosto, deixo eles para os intelectualoides de plantao :) gente que nao entende nada e fica discutindo e tentando explicar o surreal...depois vou assisitir algns da sua cinemateca.
Beijao!!!!!!!!!

Edelize disse...

Oi Polly, também sou assim, se ficar muito surreal não me prende a atenção e desisto logo de cara. Este aí me deixou intrigada, pois parecia um sonho. Sabe quando a gente tem aqueles sonhos onde os personagens não falam, mas a gente sabe o que eles estão falando... Intrigante, um dia desses assisto de novo.

Mas para compensar o surrealismo deste, ontem assistimos mais um do Almodóvar, La ley del deseo (Law of Desire). Não preciso nem dizer que adorei!

Beijocas

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